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Pranto por um poeta
orreu o poetacalou-se sua voz,os ecos sonorosdos versos valentesforam-se apagando,e uma sombra tristede silêncio negro,pairou nos contornosqual nuvem sinistrade ilusões mortas,de medos pungentes.Passaram-s[...]
muro.blogcindario.com - 28/Ene/2007, 13:05
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